quinta-feira, 30 de abril de 2009

A proeza da tristeza parnasiana (ou por quê)

Segura-te ó lágrima, olhai vos céu, desde viés nuvens vãs desdenhes, quantas mais estrelas víeis hão, contumaz menos sois, e depende mente ente tanto quente sol ser tanta fria lua lado outro do dia, destarte: a que é que, ó tempo, vens à quê, por tampouco, passar vos ides e já éreis, e o que é que és, ó mundo, souberdes te mentir acredita atrai vos...?
T.R.M.O.

1 comentários:

Insolente disse...

hahahahaha, ficou bom!!!!
obrigada pelo carinho =)
bjos